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O Que Foi 2014 Na Minha Vida?

31/12/2014

Caros amigos, aqui estou eu novamente. Sim, eu andei sumido por algum tempo, mas foi por uma boa causa.

E, justamente por essa causa, que hoje estou aqui, pensando em como descrever o ano que termina em palavras.

De repente, uma frase ecoa na minha mente, impressionante como uma frase breve consegue condensar meu ano de 2014:

Experimentar é parte da experiência“.

Parece bastante simples, certo? Mas, na prática, torna-se algo bastante complicado…

Argonautas

O Tanuki World Fest, que iniciou a propagação da cultura de jogos que comecei, ainda neste ano…

Deparar-se com uma novidade provoca expectativas de toda ordem – como a opinião de pessoas do seu convívio, por exemplo. E, no meio de comentários diversos acerca do novo, você fica sem saber o que fazer – talvez, com receio de uma nova experiência, acabe se retraindo (a maioria acaba fazendo isso). Pode admitir, caro leitor: você deve ter reagido assim a alguma coisa em sua vida – e nem se incomode em tomar isso como um problema.

Eu, no entanto, me permiti experimentar mais sobre o hobby, e tudo que ele traz consigo. Neste ano, experimentei a criação de jogos, embalado pela “vibe” de alguns bons amigos e ídolos. Acabou resultando no projeto Jogos a La Carte, e na confecção de quatro jogos narrativos – o introspectivo Insetopia, o incompleto Protocolo Eden, o lendário Caçada ao Colosso e, claro, ao bem conhecido Postmortem.

Postmortem

Sim, ele finalmente foi publicado! Para conhecer o jogo, basta visitar o link do projeto, ali em cima! =)

Experimentei alguns momentos interessantes com amigos que moram longe de mim, e que fazem parte da minha vida justamente por causa dos RPGs (aquele “jogo de malucos”, sabe?) Ao mesmo tempo, tive o prazer de conhecer pessoas com quem havia travado contato apenas pelos grupos de discussão – todos eles gente fina, da mais alta estirpe – durante o LabJogos 2014.

Tivemos muita coisa boa saindo neste ano, seja pela iniciativa independente ou pelos concursos de game design – como nosso estimado Orquestra dos Jogos.

Ao mesmo tempo, tive alguns dissabores nestes mesmos grupos: em algumas conversas, me deparei com um pessoal resistente a novidades – gente que sequer tolera conversar sobre game design de forma aberta, sem se condoer com a opinião alheia e discordante à sua.

Algo que, a meu ver, se aproxima bastante dos comportamentos extremistas dos “Gamers”. Algo tão chato que me afastou dos grupos. Mas, enfim, se a cena dos jogos narrativos está de fato mudando, teremos que continuar “pregando no deserto”, certo?

JogaJunto

Foto do primeiro #JogaJunto – Encontro Araranguaense de Jogos, realizado em setembro. Uma tarde sensacional, que pretendo repetir outras vezes em 2015…

Enfim, tive muitos bons momentos em 2014. E vocês, caros leitores, devem estar se perguntando: “Quais os teus planos para 2015, Jairo”?

Simples: vou continuar experimentando. Agora, vou me aprimorar com o que aprendi neste ano que acabou, e pretendo ter outras tantas experiências envolvendo este mundo maravilhoso de jogos, amizades e conhecimento.

E claro, vou compartilhar com vocês cada momento deste ano – cada pensamento, contato e novidade sobre o hobby. E peço apenas uma coisa em troca: que continuem nos acompanhando, de mente e coração abertos ao novo.

Que Luna os ilumine, e até a próxima!

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